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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

EPIFANIA!

 

 EPIFANIA!


 

O mês de janeiro marca o início de um Novo Ano civil. Celebra, na dinâmica das festas natalinas, no tempo de Natal, a festa da “Epifania”, palavra grega, que significa “manifestação”. Esta festa retoma o Natal de Jesus, celebrando a sua humanidade manifestada a todos os povos. Traz consigo a mística da universalidade da salvação.

          Na periferia, longe do palácio real, “os magos viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra” que indicam, respectivamente, a sua realeza, divindade e humanidade (cf. Mt 2,11).

          “A Epifania é a celebração do amor de Deus, que em seu Filho quer se revelar a todos os povos, representados pelos magos que seguem a Estrela Nascente. Os magos do Oriente sentem grande alegria ao segui-la. Herodes e o centro do poder, Jerusalém, ficam perturbados. Os sumos sacerdotes e mestres da Lei, entendidos de religião, limitam-se a repetir as Escrituras sagradas. Os entendidos de religião conhecem a Escritura e sabem que de Belém sairá um pastor para Israel. Mas estão acomodados. Haviam transformado a Palavra de Deus numa doutrina que já não tocava a realidade, pois não conseguem reconhecer no brilho da estrela o caminho para o recém-nascido Pastor de Israel.

          Herodes e Jerusalém ficam perturbados, ao imaginar que o Filho de Deus lhes tomaria o poder. Querem impedir que Deus se manifeste ao mundo, eliminando o Filho recém-nascido. Mal sabem que o Menino vem para servir; vem para mostrar que o poder de Deus está no amor que se entrega e gera vida, não o ódio que divide e mata.

          Os magos, por sua vez, põem-se à procura. Vencem a escuridão, seguindo o brilho da estrela guia. Eles representam todos os povos que buscam construir, juntos, a única comunidade dos filhos de Deus. E como é grande a alegria de encontrar pessoalmente Jesus Cristo e poder entregar-lhe a própria vida, com o que ela tem de melhor! Pois Deus se revela a nós à medida que lhe entregamos o melhor de nós. Como os presentes dos magos, que indicam quem é o Menino recém-nascido. Oferecem ouro porque ele é Rei, incenso porque é Deus e mirra porque dará a vida na cruz.

          Para revelar-se ao mundo, Deus escolheu revelar-se ao coração de cada um de nós. Abrir-nos a esse amor que se revela é encontrar a Deus em nossos irmãos, sobretudo nos menores e indefesos, como o recém-nascido em Belém” (cf. Pe. Darci Luiz Marin, ssp em Liturgia Diária da Paulus, de janeiro de 2026, p. 40).

A Epifania nos traz Nova Esperança na medida em que nos tornamos servidores, promovendo a comunhão e a fraternidade entre todas as pessoas que remetem suas esperanças ao coração dos cristãos. Oxalá, os cristãos, especialmente os agentes de pastoral, saibam sentir-se Servos e não “Donos” de um Povo desencantado e carente de nova Esperança, novo Ânimo e novas Perspectivas de Vida. Saibamos acolher, compreender, perdoar e amar todos aqueles que se aproximam de nossas Comunidades. Sejamos, enfim, como a estrela do Oriente, que aponte o caminho para Jesus Cristo. Não brilhemos para nós mesmos, mas seja o nosso brilho a seta para o verdadeiro endereço, que é Jesus nascido em Belém, e que hoje procura aconchego na manjedoura de nossos corações!

Pe. Gilberto Kasper

          Teólogo

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

O NATAL E A SAGRADA FAMÍLIA!

 O NATAL E A SAGRADA FAMÍLIA!


Na oitava do Natal celebramos o Natal e a Sagrada Família! O Natal

perdeu muito de seu verdadeiro sentido. Há 50 anos, antes de entrarmos para

a era do pós-industrialismo e seu laicismo pragmático e materialista,

aproximadamente 80 em cada 100 lares tinham ao menos um Menino Jesus e

uma Sagrada Família num cantinho da sala. O Natal era um momento

significativo para o crescimento na fé. E o centro desta celebração era a

pessoa frágil e indefesa do Menino Jesus. Era muito importante entender Seu

nascimento.

Nos tempos atuais, pelo menos 98% das lojas tem um Papai Noel. Nas

vitrines enfeitadas, Jesus não entra. A Festa do Natal deixou de ser do Menino

de Belém para se tornar daquele que tem coisas para dar às crianças ou aos

amigos. Ser não é importante. Ter ficou mais importante: coisa típica do

industrialismo materialista. Perdeu o grupo, o coletivo e venceu o individualista,

o opulento, o velho (Papai Noel) que tem e dá.

Para a Igreja, o Batismo é um desafio. É nascer em Jesus e assumir o

seu projeto de vida e liberdade para todos. É andar, pensar, amar e orar com

Jesus. É nascer de novo e ir renascendo a cada dia. E viver o compromisso de

fé decorrente do Batismo. Eis a proposta para uma “Igreja em Saída”,

missionária e toda ela ministerial, como tanto nos pedia o Papa Francisco!

O Natal insere-se nessa mística. Acontece que a morte tem sido

institucionalizada no triste contexto da civilização das ogivas nucleares, do

macro mercado, dos macros marginais, do crime internacional, da corrupção

tão devastada entre os representantes legítimos do povo, dos juros extorsivos,

da morte mais eficiente, da produção que se perde e do 1,2 bilhão de famintos

e miseráveis.

Os meios de comunicação encarregam-se de difundir a cultura da morte

com milhares de cenas violentas dos Robocops, Rambos, etc. A morte diverte

e vende mais. De tragédias anunciadas, então, nem se fala! Quase não se fala

de pessoas recuperadas de drogas, álcool e vulnerabilidade social. Só são

anunciados os números de óbitos: vidas ceifadas pela violência no trânsito, o

que parece dar mais audiência, ou não! Os números já são tão elevados, que

não sensibilizam mais ninguém.

O nascimento de um bebê dá menos ibope do que um acidente que fere

e mata. A vida está menos importante num mundo que destrói mares, florestas

e nações sem o menor escrúpulo.

Festejar o Natal nesse tipo de mundo supõe uma profissão de fé na vida

e no Autor dela. Devolver o Natal às famílias e lutar para que não fique

circunscrito às Igrejas são tarefas desafiadoras. O Natal descristianizou-se e

nós permitimos isso. Papai Noel ocupou o espaço social, econômico, político e

até religioso que era de Jesus. Os cristãos perderam o marketing. No Natal,

fala-se mais de Papai Noel do que de Jesus.


Nós e nossas Famílias podemos mudar isso! Se colocarmos os símbolos

certos em nossas casas. Se crermos em Jesus. Ele tem de aparecer mais do

que o Papai Noel. Mais ainda: deverá ser percebido em nossas relações

humanas de amor e de ternura, como é O Natal e a Sagrada Família!

No próximo domingo, dia 28 de dezembro, às 9 horas, somos todos

convidados a participar do encerramento do grande Jubileu do aniversário de

Jesus Cristo, na Catedral Metropolitana, juntando-nos ao nosso Arcebispo

Metropolitano, Dom Moacir Silva. Não teremos, por isso, a Missa das 9 horas

na Igreja Santo Antoninho, na Avenida Saudade, 202, nos Campos Elíseos.

Vamos nos encontrar, todos, na Catedral de São Sebastião!

Pe. Gilberto Kasper

Teólogo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

NATAL COM SABOR DE JUBILEU!

 

NATAL COM SABOR DE JUBILEU!

 



 

O Natal é a celebração de Deus que, em Jesus Menino, assume a fragilidade humana. A pessoa humana, tão sensível e pequena, se torna roupagem da manifestação de Deus. Desce o divino que eleva o humano.

 

          O Natal manifesta a determinação de Deus em querer encontrar-se conosco, propondo uma forma de acolher e cuidar de cada pessoa em sua peculiar dignidade. Torna-se por isso visível e palpável! O Natal é a “Sinodalidade” pura, porque o Senhor da Vida vem para “Caminhar Junto” de seu povo há 2025 anos; daí a celebração do Jubileu dos 2025 anos de Jesus Cristo! Caminhemos juntos na comunhão, participação e missão sempre!

 

          Natal é comunhão! Deus não desiste dos homens e por isso sempre encontra meios de bater a nossa porta. “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa” (Ap 3,21). Em tempos de insegurança temos medo de abrir as portas e isto pode impedir de acolher o Senhor que quer habitar em nossa casa, fazer refeição conosco e oferecer a salvação. São tantas as batidas em nossas portas: telefonemas, e-mails, mensagens de Whats App, carteiros trazendo cartões, vendedores… abrir a porta requer atitudes de discernimento, comunhão e hospitalidade.

 

          Natal é participação! Deus, para realizar o seu projeto de amor, recebeu a acolhida de Maria. Inicia um diálogo com ela que termina com as palavras de Maria “Eis a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). A participação requer escuta, argumentação, proposição e respeito entre os dialogantes. A participação possibilita conhecer as pessoas e criar laços de solidariedade e amizade. O contrário da participação são os fundamentalismos. Que aprendamos a participar com os planos de Deus e das pessoas.

 

          Natal é missão! Todas as criaturas necessitam de cuidado. O ser humano com a sua criatividade e inteligência tem uma imensa capacidade de desenvolver meios de cuidado e de destruição. Ao mesmo tempo em que assistimos imensos avanços na medicina para cuidar da vida, assistimos o desenvolvimento de tecnologias que geram a morte. “Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24). Deus restabelece a confiança de José em Maria e ele passa a cuidar de Maria e de Jesus. Cuidar uns dos outros é nossa missão diante de Deus.


          “Encontrarão um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura” (Lc 2,12). Os pastores, em sua simplicidade, acolheram a mensagem do anjo e foram ao encontro do Deus Menino, deitado na manjedoura. Só o encontraram por que abriram a porta da sua vida e assim estabeleceram um diálogo.

 

O Natal é a “Sinodalidade” concreta, porque o Senhor da Vida vem para “Caminhar Junto” de seu povo há 2025 anos! Caminhemos juntos na comunhão, participação e missão em mais este aniversário de Jesus com sabor de Jubileu!

 

Na Paróquia Santa Tereza de Ávila no Jardim Recreio, teremos a Missa da Vigília do Natal, no dia 24 de dezembro, às 19 horas e a Solenidade do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, no dia 25 de dezembro às 18 horas. Já na Igreja Santo Antoninho, Pão dos Pobres, teremos apenas a Missa da Solenidade do Natal, na quinta-feira, dia 25 de dezembro às 9 horas. Estaremos esperando todos com muita alegria e ternura!

Feliz, santo e abençoado Natal repleto de toda minha ternura!

 

Pe. Gilberto Kasper

          Teólogo

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

ADVENTO, TEMPO DE MUITA LUZ!

 ADVENTO, TEMPO DE MUITA LUZ!




Aproxima-se o Natal e vimos muita luz. São luzes enfeitando Árvores de Natal, Presépios, Praças, Ruas e Shopping Centers. Milhares de luzinhas piscando para alegrar os corações humanos e aquecer a “Cultura do Consumo”. Há mais Papai Noel do que a Imagem do Aniversariante verdadeiro: o Menino Jesus. Esse sempre aparece ofuscado num presépio, quando montado. Fica escondido entre imagens de animais e arranjos, os mais diversificados. 

 A luz veio ao mundo e os homens preferiram as trevas à luz. Porque suas obras eram más. De fato, quem faz o mal odeia a luz e dela não se aproxima, para que suas obras não sejam desmascaradas. Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz para que transpareça que suas obras são feitas em Deus.

 O mentiroso é escravo da trama que tem de armar e manter para conservar a aparência de verdade em sua vida. O homem amigo da verdade nada tem a temer. Ela liberta o espírito, deixa-o livre em si mesmo e em relação a todos.

 Verdade e mentira significam no Evangelho de São João o modo de viver conforme ou desconforme a vontade de Deus. Realizar a verdade é agir sincera, fiel e honestamente diante de Deus, diante dos irmãos e diante da própria consciência.

 O amor à verdade facilita o desenvolvimento de todas as nossas capacidades, pois caminha sem obstáculos. O espírito fingido e enganador vive em sobressalto, armado, temeroso e desconfiado, preso a tudo o que o obriga a reter sua posição como verdadeira.

 Nenhum ser humano sobre a face da terra tem toda a verdade. Cada um de nós tem apenas uma pequena parte dela; mas se estivermos dispostos a compartilhar nossos fragmentos, nossos pedacinhos da verdade, teremos todos uma parte muito maior, muito mais completa da realidade total.

 A verdade é ter a luz de Deus em nossa mente e em nosso coração iluminando nossas vidas, e, indicando caminhos de entendimento para todos.

 A figura de Maria do Advento nos ajuda a encontrarmos a verdade, que é Jesus feito meigo Menino reclinado numa manjedoura. A gravidez de Maria nos convida a engravidarmo-nos também do Senhor, tornando-nos seu porta-jóias. Deixemo-nos iluminar porque o Advento é Tempo de Muita Luz!

  No próximo domingo, o Gaudete, Domingo da Alegria, que antecipa as alegrias natalinas preparadas durante o rico tempo do Advento. Levaremos para nossas Comunidades Paroquiais, a partilha de nossa pobreza em favor da Evangelização no Brasil. É a Coleta da Evangelização, fruto daquilo de que abrimos mão em favor da importante evangelização nesse nosso país com dimensões continentais, especialmente favorecendo as Comunidades muito pobres nos longínquos rincões com dificuldades até mesmo de se alimentarem descentemente nas ceias de Natal e Final de Ano. Quem ainda não partilhou de sua pobreza, poderá fazê-lo até o dia santo do Natal de Jesus Cristo!

 Porém os dias da Coleta no Brasil inteiro será nos próximos dias 13 e 14 de dezembro, no Domingo Róseo, o Domingo da Alegria! Acenderemos a vela rosa da Coroa do Advento, em nossas celebrações!

A coroa do Advento, feita com ramos verdes, fita vermelha, com quatro velas que progressivamente se acendem, com um rito apropriado, nos quatro domingos do Advento, retoma o costume judaico de celebrar a vinda da luz à humanidade dispersa pelos quatro pontos cardeais, expressa nossa prontidão e abertura ao Senhor que vem e quer nos encontrar acordados e com nossas lâmpadas acesas.

Pe. Gilberto Kasper

          Teólogo

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

ADVENTO, TEMPO DE ALEGRIA!

 ADVENTO, TEMPO DE ALEGRIA!



A maior de todas as alegrias emana do nosso encontro com Deus. Esse é o grande tesouro que devemos procurar e ao mesmo tempo distribuir entre os outros. A Alegria do Gaudete, terceiro domingo do Advento, neste ano dia 14 de dezembro, nos remete à manjedoura onde reclina na meiguice de uma criança o Deus em pessoa!

 Mas essa alegria sobrenatural não se opõe às alegrias cotidianas, pelas quais também devemos agradecer a Deus. Essas podem ter causas diversas: uma promoção profissional, a possibilidade de realizar a viagem dos sonhos, o gesto carinhoso da pessoa amada, o sorriso de uma criança ou a sabedoria de uma pessoa idosa. A alegria é sempre um bálsamo que faz bem à alma. Quando a experimentamos, devemos nos aproximar ainda mais de Deus, que se faz humano como um de nós.

 Assim como as alegrias terrenas, as tristezas possuem diversas origens, desde uma simples contrariedade até uma grande decepção ou perda. Podemos nos entristecer quando sofremos uma desilusão amorosa, quando deparamos com a conduta inadequada de um amigo ou até mesmo quando ouvimos um comentário indesejado de algum familiar. Isso e muitos outros contratempos podem fazer a tristeza entrar em nossa alma.

 Embora nos faça sofrer, a tristeza tem uma característica ímpar de tornar nosso coração mais compassivo. Quando estamos tristes, mergulhados em nossos sentimentos, realizamos reflexões mais profundas. Por isso, podemos afirmar que a tristeza ensina, e muito. Ela desperta a voz do silêncio que vem e toca nosso espírito para que possamos aprender com a experiência e nos tornar melhores, crescendo em nossa fé.

 Ajustar nossa forma de lidar com os problemas equivale a encontrar a chave da alegria, aquela que abre a mente e a alma para a luz de Deus, fazendo com que encontremos as soluções mais interessantes para a nossa vida. Além disso, amplia nossa consciência para identificarmos o que realmente importa.

 A vida está cheia de possibilidades, e você pode descobrir novos sentidos, aprofundando-se no entendimento das suas inquietações, com a firme esperança de que dias melhores virão. Haja o que houver, não podemos esquecer: “Se de tarde sobrevém o pranto, de manhã vem a alegria” (Sl 30,6).

 Por isso, encha seu coração de amor e diga para si mesmo: “Eu quero ser feliz agora”. Não tenha dúvida, você é muito mais forte e poderá ser muito mais feliz do que é capaz de imaginar.

 A alegria verdadeira massageia a alma. Ela nasce dos valores de Deus e conforta nosso espírito. Esse é o estado que devemos buscar para nós e desejar para os outros. A alegria verdadeira fica impregnada em nossa alma para todo o sempre. Por isso, esteja aberto para que ela possa brotar em sua alma. Que a felicidade seja o pão nosso de cada dia. 

Meu jeito de ser e de lidar com as pessoas com quem convivo, não poucas vezes é de rigidez, é de seriedade pelo simples fato de minha origem alemã. Geralmente as pessoas me fitam desconfiadas e amedrontadas pelo simples tom de minha voz forte. Mas nem todos que convivem comigo sabem o quanto me esforço para alegrá-las, fazendo-as rir, dando gargalhadas por minhas “palhaçadas”, até porque meu sobrenome traduzido literalmente do alemão para o português significa “palhaço”. Mas Deus que sabe tudo, sabe o quanto amo cada pessoinha que me rodeia, com quem convivo na simplicidade hodierna. Eis o sentido do Domingo da Alegria, o Gaudete. O terceiro domingo deste rico tempo em preparação ao Natal do Senhor, antecipa tudo que celebraremos, porque o Advento é Tempo de Alegria!

Pe. Gilberto Kasper

          Teólogo